Baixa Grande enfrenta epidemia de som alto e falta de atendimento policial, afetando bairros periféricos e moradores específicos

Baixa Grande, localizada na região da Bacia do Jacuípe, na Bahia, celebra o marco de um ano e meio sem registros de homicídios, um dado positivo para a segurança pública local. Contudo, uma nova ameaça afeta a qualidade de vida na cidade: a epidemia de som alto. Moradores, especialmente idosos e pessoas com deficiência, vêm sendo constantemente perturbados pelo abuso no volume de som, uma questão que impacta especialmente os bairros periféricos, onde o problema se tornou ainda mais grave.
Entre as áreas mais afetadas estão os bairros periféricos, incluindo o Bairro do Guinho, onde um caso específico tem gerado muita reclamação. Moradores relatam que uma residente mantém o som em volumes insuportáveis, causando perturbação à vizinhança. Esse comportamento não apenas fere as leis de poluição sonora, como também impede os cidadãos de desfrutarem de uma vida tranquila em seus próprios lares.
Apesar das tentativas de recorrer à Polícia Militar (PM) para relatar essas ocorrências, os moradores enfrentam um novo obstáculo: a falta de atendimento telefônico. Várias tentativas de contato foram feitas, mas o telefone da PM, que deveria servir como canal de suporte à população, frequentemente não responde, agravando a sensação de desamparo e insegurança.
A comunidade questiona o comando da PM da Bacia do Jacuípe e exige explicações sobre a ausência de atendimento, uma falha que impacta diretamente a paz social. A segurança pública não se limita à ausência de homicídios, mas envolve também a garantia de um ambiente saudável e respeitoso para todos. A cidade de Baixa Grande pede ações firmes de fiscalização sonora e a retomada do funcionamento regular dos serviços essenciais, incluindo o atendimento telefônico da PM, para que possam viver sem perturbações e com a proteção devida.