Prefeito Eleito Canário Sob Pressão: Contas de Três Vereadores Aguardam Avaliação do MP

O cenário político de Baixa Grande ganha novos contornos após a Justiça Eleitoral deferir as contas de oito vereadores eleitos, enquanto outros três enfrentarão uma análise mais detalhada. Os vereadores Pipi de Isalino (MDB), Cadinha do Mandacaru (MDB) e Índio do Lagedo Grande (PL) foram notificados pela Justiça Eleitoral e terão suas contas avaliadas pelo Ministério Público. Essa situação acende um alerta sobre a preparação da equipe que dará suporte à gestão do prefeito eleito, Canário, que pode enfrentar sérias dificuldades administrativas com um time que já começa com problemas técnicos em questões essenciais.
Segundo a análise preliminar, Pipi de Isalino e Cadinha do Mandacaru foram notificados por terem recebido doações de candidatas não eleitas, Roberta do Povão e Professora Cida, o que demanda esclarecimentos quanto à origem e legalidade dos recursos. Já Índio do Lagedo Grande foi notificado pela ausência de documentos obrigatórios na prestação de contas, conforme estipulado pelo art. 53 da Resolução TSE nº 23.607/2019.
Enquanto oito vereadores — Léo do Mandacaru, Werlisson de Gilvan, Almiro do Mandacaru, Nathy de Amós, João Senna, Negão do Lasca Gato, Ricardo de Muliquinho e Bode da Quadra Q — tiveram suas contas aprovadas, o desfecho dos casos pendentes poderá impactar diretamente a governabilidade do município.
Para a população, fica a pergunta: Baixa Grande está pronta para uma gestão eficiente ou o município enfrentará tropeços devido à falta de experiência e preparo da equipe que está para assumir? Em um momento em que a confiança nas instituições políticas é crucial, a expectativa é que o prefeito eleito, Canário, e seus aliados priorizem transparência e compromisso com a legalidade. O desdobramento desses casos será acompanhado de perto, e o futuro da cidade depende de decisões assertivas para evitar um começo de mandato turbulento.